segunda-feira, 28 de maio de 2012

O 007 de Ian Fleming

Ian Fleming... O que falar de um homem tão conhecido? Se você não o conhece, talvez tenha ouvido falar em 007. E quem foi que nunca ouviu falar no agente secreto britânico "double o seven" James Bond? Pois bem, ele foi quem criou o personagem e suas eletrizantes aventuras de "Cassino Royale" a "The Living Daylights". E, hoje, dia 28 de maio, nascia o grande mestre da literatura e dos livros de espionagem.
Ian Fleming nasceu na cidade de Cantebury no dia 28 de Maio de 1908 e se hoje ianda estivesse vivo, estaria completando 104 anos de idade! Fleming além de escritor também foi jornalista em Moscou. Mas antes disso tudo, vamos começar do começo...
Ian cursou a Academia Militar Real de Sandhurst no Eton College mas abandonou o curso para estudar idiomas nos Alpes. Acabou não servindo para nada, e ele acabou sem ter perspectiva nenhuma de vida. Até que arranjou um emprego de jornalista e tempos depois como corretor.
Os livros de 007 foram baseados em sua vida de guerra servindo na Segunda Guerra Mundial, designado ao serviço de inteligência da Marinha Britânica. A vivência no ambiente de trabalho fez com que criasse a personagem James Bond, agente secreto charmoso e sedutor, que vivia aventuras perigosas. Diz-se que o personagem "M" foi baseado no Almirante John H Godfrey e seu primeiro livro, "Cassino Royale" escrito em 1953 é baseado em sua experiência má sucedida com jogos de azar em Portugal durante a Guerra Fria. Foi neste tal Cassino que ele conheceu Dusko Popov que poderia ter servido de modelo para a criação do James Bond e o nome do personagem foi retirado de um ornitólogo autor de um livro sobre pássaros do Caribe no qual ele gostava muito e consequentemente era o livro de cabeceira de sua esposa. O mesmo livro apareceu no filme 007 Die Another Day. Na Jamaica ele escrever a maioria de seus livros e se casou com Lady Ann Rothermere que era filha do dodo no jornal britânico Daily Mail.
Fleming escreveu artigos para jornais e revistas com o nome de "Atticus".Publicou também o livro infantil "Chitty Chitty Bang Bang", que ganhou uma adaptação para o cinema como musical em 1968. O livro foi escrito para seu filho Caspar, que acabou cometendo suicídio quando tinha 23 anos.

BIBLIOGRAFIA (007 James Bond)

1. Casino Royale (1953)                                2. Live and Let Die (1954)    

3. Moonraker (1955)                                     4. Diamonds Are Forever (1956)    

5. From Russia With Love (1957)                 6. Doctor No (1958)    

7. Goldfinger (1959)                         


8. For Your Eyes Only (contos) - From A View To A Kill; For Your Eyes Only; Quantum of Solace; Risico; The Hildebrand Rarity (1960)          

9. Thunderball (1961)                                      10. The Spy Who Loved Me (1962)    

11. On Her Majesty's Secret Service (1963)    12. You Only Live Twice (1964)    

13. The Man With The Golden Gun (1965)    

14. Octopussy & The Living Daylights (contos) - Octopussy; The Living Daylights; The Property Of A Lady (1966)
 

BIBLIOGRAFIA (SEM JAMES BOND)
           
Chitty Chitty Bang Bang (1964)
Thrilling Cities (1963)     
The Diamond Smugglers (1957) 



OS LIVROS QUE VIRARAM FILMES

I
an Flemming sempre fez sucesso com o cinema, sendo com James Bond ou não. Aqui veremos alguns dos seus livros que foram para o telão do cinema.

 
CASINO ROYALE
Curiosamente, a história foi rodada três vezes. Sendo uma de 1954, outra de 1967 e a mais recente de 2006. Então, vamos por partes.
 

Casino Royale (1954)
O filme foi feito originalmente para iniciar uma série da tevê baseada no personagem, por isso a duração de menos de uma hora, mas não deu muito certo. A produção é bastante fiel ao livro, com as diferenças de que 007 é agente da CIA e Felix Leiter (rebatizado como Clarence), é um agente do MI6.
A Bond Girl,Linda Christian, que interpreta Valerie Mathis (Vesper Lynd no livro) foi noiva do ator Tyrone Power. No papel do bandido Le Chiffre, está ator Peter Lorre. O papel de James Bond (apresentado como Jimmy Bond) ficou com Barry Nelson (o único ator estadunidense a ter assumido o papel).
Diferente da produção de 1967, ela foi autorizada por Ian Fleming.

 
Casino Royale (1967)
-PETER SELLERS E URSULA ANDRESS-
Em forma de "comédia de espionagem" é talvez a mais conhecida das três versões, porém não sendo da série oficial dos filmes de 007, pois foi rodado por outra equipe, estúdios, etc, fora dos padrões e contratos. Foi produzida com grandes nomes do cinema, como Peter Sellers, Ursula Andress (que também já foi Bond Girl em outro filme da franquia), David Niven, Orson Welles, Woody Allen, Deborah Kerr, William Holden, Charles Boyer. John Huston, Terence Cooper, Jean-Paul Belmondo e muito mais.


Casino Royale (2008)
-DANIEL CRAIG-
A mais recente versão da história, com Daniel Craig (primeira vez no papel do agente), Eva Green ("A Bússola de Ouro") e Mads Mikkelsen ("Fúria de Titãs"). O filme foi feito para marcar o recomeço da franquia, estabelecendo novos conceitos para não preceder ou suceder qualquer um dos filmes anteriores de Bond. O "novo Bond" o retrata mais vulnerável e menos experiente, o que não agradou os fãs. Pela priemeira vez na frnaquia, Moneupenny não aparece. Por isso, se você queria ver o "bom e velho Bond" em ação como sempre, para por "007 - Um Novo Dia Para Morrer"...

GOLDFINGER (1964)
-SEAN CONNERY-
O terceiro filme da série com Sean Connery é para muitos, o filme que reúne ação, luxo, poder e um dos maiores inimigos da série. Goldfinger como quase todos os filmes do Bond, foi um grande sucesso cinematográfico. Foi o primeiro filme em que um cantor canta durante a sequência inicial. Neste caso, Shirley Bassey cantou o tema "Goldfinger" composto por John Barry. Shirley Bassey também cantou o tema "Moonraker" e "Diamonds are Forever". Uma errata nos créditos finais de Goldfinger foi que no final, o filme diz que estava marcado que o próximo filme deveria ser "On Her Majesty's Secret Service", porém o sucessor fora "Thunderball".

"THE MAN WITH THE GOLDEN GUN: 007 CONTRA O HOMEM COM A PISTOLA DE OURO" (1974)
- CHRISTOPHER LEE E ROGER MOORE-
O segundo filme de Roger Moore na série é um dos melhores e mais eletrizante filmes das franquia. Alguns nomes de peso entraram no filme, como a canção tema de Lulu que estrelou o filme "Ao Mestre com Carinho" e cantou a mesma canção no filme de 1967 (regravada na voz brasileira por Eliana). Lulu também estreou seu próprio programa de TV chamado "Lulu's back in Town" de 1968, ou seja, ela estava nas paradas de sucesso da época. O filme também teve a maior estrela da Hammer, que foi Christopher Lee (mais conhecido pelos papeis de Drácula pelo estúdio inglês) no papel de Scaramanga, que seria dado a Jack Palance. Foi escolhido para o papel de seu ajudante anão Nick Nack, o ator Hervé Villechaise de "A Ilha da Fantasia". Britt Ekland, de "O Homem de Palha" também estrelou no filme e primeiramente seria a amante do vilão Francisco Scaramanga. Porém, o diretor Guy Hamilton decidiu convidá-la para interpretar Mary Goodnight, principal papel feminino do filme, após vê-la de biquini.O filme foi o último do produtor Harry Saltzman que com seus investimentos em ruptura arranjou um grave crise financeira com o Banco Suiço e viu-se forçado a vender a sua parte da franquia para a United Artists. Os problemas levaram a produção do filme seguinte, The Spy Who Loved Me, a ser adiada até 1976. A famosa Pistola de Ouro utilizada no filme acabou sendo roubada do estúdio cinematográfico Elstree, na Inglaterra. Os funcionários deram falta do objeto na sexta-feira, 10. A peça é avaliada em R$ 182 mil e a polícia acredita que a arma será vendida no mercado negro, aumentando as chances de recuperá-la.
 

"THE SPY WHO LEVED ME: O ESPIÃO QUE ME AMAVA" (1977)
-ROGER MOORE E BARBARA BACH-
Já sendo o terceiro filme de Roger Moore na pele de 007, foi talvez um dos mais curiosos filmes da série, porque apesar do filme ser oficialmente baseado em um livro de Ian Fleming, na verdade o autor apenas autorizou que fosse utilizado o mesmo título do seu livro. Deste modo, este é o primeiro filme de James Bond totalmente original. Teve também a participação de Caroline Munro e Valerie Leon, as musas da Hammer Films. Além de ter também a participação do diretor Stanley Kubrick, ajudando na iluminação das cenas do super tanque. Outra coisa no mínimo curiosa, foi (novemnte) o erro de no final do filme aparece a frase: "James Bond irá retornar em For Your Eyes Only", mas, devido ao enorme sucesso de "Guerra nas Estrelas (1977)" e "Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977)", ambos lançados no mesmo ano, os produtores desitiram e resolveram filmar "007 Contra o Foguete da Morte (1979)", que tinha como história uma aventura espacial, ao invés de "007 - Somente Para Seus Olhos", que foi o filme produzido logo depois.


MOONRAKER: 007 CONTRA O FOGUETE DA MORTE (1979)
-LOIS CHILES E ROGER MOORE
Famoso por cada filme, 007 estar em um lugar e país diferente, adivinha onde James Bond veio parar? Isso mesmo, na terra do samba! O Brasil! Claro que o filme não poderia deixar de passar os principais pontos turísticos mais conhecidos no exterior, como o Pão de Açucar e o Cristo Redentor, além de cenas carnavalescas. As cenas no topo do Pão de Açucar são eletrizantes. E como todo filme de 007 conta com um toque de humor, a sequências de cenas com "Jaws" e onde ele acha a sua amada, é uma das mais engraçadas e imprevistas da série. Interessante é que a bondgirl Lois Chiles quase chegou a interpretar em 007 - O Espião Que Me Amava (1977), tendo desistido do papel pouco antes do iní­cio das filmagens. A atriz então foi contratada para atuar em 007 Contra Foguete da Morte.

-ROGER MOORE E MAUD ADAMS-
"OCTOPUSSY: 007 CONTRA OCTOPUSSY" (1983)
Roger Moore novamente no papel de James Bond pela sexta vez, estrela juntamente com a atriz Maud Adams. Antes dela ser escolhida, estava cotado para o papel de Octopussy, as atrizes Faye Dunaway e Sybil Danning. Maud é conhecida como a única atriz a interpretar duas bond girls diferentes em filmes oficiais da série cinematográfica de James Bond, Andrea Anders em 007 contra o Homem da Pistola de Ouro (1974) e Octopussy, o papel-título de 007 contra Octopussy (1983). Até uma boneca "Barbie" foi criada baseada em Maud na personagem do filme. Ela também participou da ficção-científica Rollerball (1975) com James Caan, e atuou em séries de sucesso como Kojak, Hawai 5-0. No livro original de Flaming, a história Octopussy é somente um conto do livro Octopussy and The Living Daylights. No livro também estão os contos The Living Daylights (que também virou um filme), The Property of a Lady e 007 in New York. Boa parte da história de "The Property of a Lady" foi usada na adaptação de Octopussy.
Diz-se a lenda (e o IMDB) que a musa da Hammer, Ingrid Pitt também participou do filme, sendo não creditada no personagem "Galley Mistress", somente a voz. Verdade ou não, nunca reparei nem ouvi a voz de Ingrid Pitt pelo filme, o que eu acho uma tamanha desmoralização colocarem Ingrid Pitt somente como "voz", podendo muito bem ser uma "bond girl". Bonita ela é para isso...
Octopussy rendeu 187 milhões de dólares no mundo e 67 milhões nos EUA, sendo melhor que Never Say Never Again, outro filme de 007 do mesmo ano. Porém, as cenas de Bond vestido de palhaço, de gorila e gritando como Tarzan, foram bastante criticadas.





> NOTÍCIAS

CRIADOR DE 007  VIRA HERÓI EM FILME DE AÇÃO DO DIRETOR DUNCAN JONES


- DUNCAN JONES-
 O diretor de Lunar e Contra o Tempo, vai fazer para a produtora K5 International um filme de ação inusitado, com o criador de 007, o escritor Ian Fleming, como protagonista.
Segundo o Hollywood Reporter, a ideia de Jones é usar como base a biografia oficial Ian Fleming, The Man Behind James Bond, com aval do espólio que cuida da obra de Fleming. Antes de se tornar um escritor de sucesso, o britânico serviu à Marinha britânica antes e durante a Segunda Guerra Mundial como oficial de inteligência - experiência que acabou ajudando Fleming a criar as aventuras de James Bond.
"Fleming viveu em um dos períodos mais perigosos da história, em uma posição que lhe dava vantagem sobre todos os protagonistas [da Segunda Guerra]. Eles testemunha o heroísmo em primeira mão e também o terror que o homem é capaz de cometer. Ao fim da guerra, ele decide escrever ficção. A questão pra mim é: em que ponto Fleming termina e Bond começa?", comenta Jones.
O filme, ainda sem título, está sendo oferecido a potenciais distribuidores no mercado do "Cannes".


IAN FLEMING QUERIA ALFRED HITCHCOCK NA DIREÇÃO DO PRIMEIRO FILME DE JAMES BOND
Veio à tona recentemente, um telegrama secreto que revela o desejo do escritor, morto em 1964, em ver o conterrâneo Alfred Hitchcock (“Janela Indiscreta”) no comando do primeiro filme.
Segundo o jornal inglês Daily Mail, o comunicado foi enviado por Fleming em setembro de 1959, para o amigo e também escritor de histórias de espionagem Eric Ambler. A mensagem questionava se Hitchcock poderia se interessar em assumir a direção do primeiro filme. À época, Fleming e os produtores cogitavam iniciar a franquia cinematográfica com a adaptação do livro “Thunderball”, que só chegaria à tela grande em 1965, como “007 contra a Chantagem Atômica”. O criador de James Bond relatava a Ambler que financiamento não seria problema e Hitchcock poderia se interessar pelo projeto se o amigo cuidasse do script.
Como se sabe, o mestre do suspense nunca adaptou um livro de James Bond ao cinema. Diante da recusa do autor de obras como “Psicose” e “Intriga Internacional”, Ian Fleming ofereceu o roteiro – que também acabou não contando com a participação de Ambler – para Terence Young. O diretor foi tão bem sucedido na missão de transpor as características de Bond para as telas que repetiu a dose em “Moscou Contra 007” (1963) e “007 Contra A Chantagem Atômica” (1965). E a chance de ver um 007 hitchcockiano tornou-se apenas exercício de imaginação.

Pessoal, e aqui acabamos nossa homenagem ao grande escritor Ian Fleming, aniversariando hoje, que se não tivesse falecido (em 1964, pouco antes da estréia daquele que seria um dos mais cultuados filmes entre todos da série do espião criado por ele, 007 Contra Goldfinger.), estaria completando hoje 104 anos de idade. Então, estamos desejando um feliz aniversário ao nosso eterno criador do maior agente secreto de todos os tempos, James Bond!


Cainã de Andrade Moura

ACESSE O SITE OFICIAL DE IAN FLEMING 

terça-feira, 22 de maio de 2012

As Bruxas de Salém (The Crucible) - 1996


Em Salem, Massachusetts, 1692, algumas jovens fazem "feitiços". Uma delas, Abigail Williams (Winona Ryder), tinha se envolvido com John Proctor (Daniel Day-Lewis), um fazendeiro casado, quando trabalhou para ele, mas após o fim do caso foi despedida. Assim, desejava a morte de Elizabeth Proctor (Joan Allen), a esposa deste. Elas são descobertas no seu "ritual" e, acusadas de bruxaria, provocam uma histeria coletiva que atinge várias pessoas, sendo que Abby, a jovem desprezada por John, faz várias acusações até ver Elizabeth ser atingida.

TÍTULO ORIGINALThe Crucible
ANO DE PRODUÇÃO: 1996
TIPO DE FILMAGEM: Technicolor ®
ELENCO : Paul Scofield, Winona Ryder, Daniel Day-Lewis, Joan Allen
DIREÇÃO: Nicholas Hytner
ROTEIRO: Arthur Miller

GALERIA DE FOTOS

TRALER DO FILME

Crítica do Filme por Cainã Moura 

"Um filme de impacto emocional e intelectual surpreendente."
- JAMES BERNARDINELLI-

“As Bruxas de Salém”, no original ”The Crucible”, em um título menos assustador, relata a vida de um pequeno vilarejo em Massachusetts abalado pelas nefastas visões de um grupo de meninas que dizem ver o demônio e saber quem são os seus servos, moradores de Salém. Condenados por razões pífias pelo grupo de jovens “inventoras”, muitos acusados sofriam injustamente nas mãos dos próprios moradores e até mortos, acusados de bruxaria.
O grupo de jovens era liderado por Abigail Williams (vivida por Winona Ryder de “Cisne Negro”), que acaba se metendo na confusão por praticarem magia e rituais para evocarem o amor dos homens com quem desejam se casar.  Após serem flagradas pelo Reverendo Parris (Bruce David da série “Lost”), para escaparem da punição, acabam afirmando que Tituba, escrava que as inicia nos rituais, foi quem praticou magia negra todo o tempo.
A partir daí a confusão começa e todas acabam dizendo que conseguem ver imagens dos moradores do vilarejo compactuando com o diabo. O grupo então acaba sendo rotulado como “as enviadas de Deus para o extermínio do mal em Salém”. Uma das condenadas por bruxaria foi Elisabeth Proctor (Joan Allen da saga “Bourne”), esposa de John Proctor (Daniel Lewis, do clássico “Meu pé Esquerdo”), com quem Abigail teve um “affair” enquanto trabalhava em sua casa. John ao ver a situação que aquilo estava tomando, decide se rebelar, tentando provar a farsa do grupo de qualquer maneira. Então, vários altos e baixos vão acontecendo no filme e muitos depoimentos poderão servir para acabar de uma vez por todas com o grupo, ou não...
O filme é visualmente bonito, claro e paisagista, em contraste com a história negra e angustiante. Somos apresentados como uma histeria coletiva pode ser prejudicial, ainda mais quando se trata de motivos religiosos, assunto muito crítico e bastante frágil numa época em que a ignorância tomava conta da humanidade.
Com filmagens e ângulos diferentes, com uma ótima produção e belas atuações, o filme tem uma perfeita mistura de gêneros, onde o filme não pode ser chamado de “terror”, apesar de o errado título brasileiro levar a essa conclusão, “As Bruxas de Salém” é um dos filmes mais angustiantes e revoltantes já feitos, recomendadíssimo e merece ser assistido, mas, aviso, cuidado para não se decepcionar com o final! Procurem assistir com um olhar mais crítico do que o de costume. Bom divertimento!
  
CURIOSIDADES:

> Esta é a 2ª vez que os atores Daniel Day-Lewis e Winona Ryder contracenam juntos em um filme. A anterior fora A Época da Inocência (1993);
> Filmado previamente como As Feiticeiras de Salem (1957) e posteriormente como As Bruxas de Salem (2003). 

Por isso esse filme merece:
 4 ESTRELAS




segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A Sereia do Mississipi (Mississippi Mermaid) - 1969


Depois de um namoro por correspondência, Louis Mahé, dono de uma fazenda e de uma fábrica de tabaco na Ilha da Reunião, África, se casa com Julie Roussel, mesmo ela não parecendo com a foto que lhe mandou antes. Ele não sabe, mas Julie está envolvida num caso de uma mulher que foi assassinada, no passado, em circunstâncias misteriosas. Esse fato e o amor de ambos mudará a vida de Louis completamente, fazendo-o se aproximar cada vez mais da ruína e da morte.

TÍTULO ORIGINAL: La sirène du Mississippi
ANO DE PRODUÇÃO: 1969
TIPO DE FILMAGEM: Eastmancolor ®
ELENCO :Jean-Paul Belmondo, Catherine Deneuve, Nelly Borgeaud
DIREÇÃO: François Truffaut
ROTEIRO: Cornell Woolrich

GALERIA DE FOTOS (+18)


TRAILER DO FILME em 360p

Crítica do Filme por Cainã Moura

"Deslumbrante! Uma saudação romântica ao amor"
- LOS ANGELES TIMES-

É como diz o trailer: Belmondo, Catherine, Truffaut. Tem combinação mais perfeita? Uma igual a essa, só a combinação da Catherine com o Buñuel!
Mais um filme francês que mistura a arte, "loucura" e erotismo, e agora eu pergunto a vocês: qual é o filme francês que não tem esses requisitos? São quase uma característica "clichê" para filmes franceses. Deneuve, que é muito conhecida pelo filme "A Bela da Tarde" dirigido por Luis Buñuel, é conhecida também por sua extrema sensualidade, que claro, Truffaut soube explorar muito bem este requisito, como vemos nas duas últimas imagens acima.
Novamente, Truffaut homenageia Alfred Hitchcock nas cenas do filme, como a trilha sonora repetitiva, causando desconforto e pânico, a cena do detetive caindo da escada (alusão a cena também muito parecida do filme "Psicose") e também ao suspense e outras técnicas bem parecidas com a do diretor inglês. Não sei se por coincidência, mas o mesmo escritor do livro que deu origem ao filme, também escreveu "Janela Indiscreta", de Hitchcock. Tem gente que até diz que é o filme mais Hitchcockiano de Truffaut.
A técnica de filmagem é incrível, cheio de externas lindas, bem filmadas, e cenas aéreas ótimas, além de planos de filmegens e edições que igualavam de certa forma, a maneira de filmagem dos filmes de Alfred.
Deneuve e Belmondo são daqueles personagens em que não sabemos se sentimos pena, ou raiva. Julie (Deneuve) é uma mulher mentirosa, dissimulada e que é capaz de fazer tudo por dinheiro, e podemos perceber isto em várias cenas iniciais do filme. Mas ao mesmo tempo, percebemos que ela amava Louis (Belmondo), mas sempre se irritava, brigava ou destratava Louis pela falta de dinheiro. Louis é um homem, se podemos dizer, idiota. Quem assiste não sabe ao certo, se podemos torcer para que ele se dê bem ou mal no final da história. Realmente, quem conhece uma mulher por classificados de jornal, casa-se e em pouco tempo cria um conta conjunta recheada com mais de 26 milhões, o que ele queria? Por amor, ele fica totalmente a mercê dos comandos de Julie, seja lá o que ela fizer, ele acaba encobrindo, aceitando e a perdoando. Seja por ela ter roubado 26 milhões da sua conta bancária ou ter tentado envenena-lo, não importa, ele é totalmente perdido por ela e faz todas as suas vontades.
Na realidade, muitas pessoas não conseguem entender o final do filme, não tem capacidade de enteder o desfecho e acabam dizendo que o filme é ruim, só porque ele acaba do jeito que realmente deve acabar. As vezes, não tem a mente aberta para entender filmes com final meio complexo e um pouco vago, que exigem que o espectador "pense" e tire suas proprías conclusões sobre o final. E como todo filme Francês que se prese, cada um tem a sua opinião e concepção de entendimento para o desfecho, mas eu acredito que o final do filme quis expressar que, mesmo ela fazendo ele de "gato e sapato", o maltrantando e pisando sempre na bola, ela o amava e ele também a amava, um amor meio estranho, tudo bem, mas sempre ela voltará atrás das mancadas que cometeu, se lamuriando e pedindo perdão, e ele vai continuar perdoando, por amor...É como o próprio Louis disse no filme: "Eu a amo incondicionalmente, mesmo que ela seja má"...

> CURIOSIDADES:

> O filme é dedicado a Jean Renoir, que dirigiu e encenou no filme "A Regra do Jogo" de 1939.
> O título original francês é escrito "La Sirène du Mississipi" (um P) em algumas fontes, e "La Sirène du Mississippi" (dois Ps) em outras fontes.
> O filme foi refilmado em 2001 por Michael Cristofer, com Angelina Jolie e Antonio Banderas.
> O roteiro foi baseado no romance Waltz into Darkness, do escritor norte-americano Cornell Woolrich, também autor de Janela Indiscreta (1954) de Alfred Hitchcock. 

> TUDO SOBRE O DVD (Versátil Home Video - 2009) :

> O filme tem um qualidade de som e imagem boa. A imagem não é totalmente limpa, ainda com riscos, como filme masterizado, mas não remasterizado.
> Não existe opção de dublagem, somente o áudio Francês em 2.0.
> A arte da capa é muito linda e bem feita, com uma imagem do filme também por dentro da capa.
> O timbre do nome de "Edição Especial" na capa não é para menos. O DVD é repleto de extras, como trailers de vários filmes de Truffaut e um especial sobre a "Vida e obra de François Truffaut".
> A edição da Versátil Home Video é uma parceria com a MGM DVD.

Por isto este filme merece:

 4 ESTRELAS


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Monte Carlo - 1930

Condessa Helene Mara ia casar-se (por dinheiro) com o Príncipe Otto von Liebenheim, mas abandona-o na última hora e parte de trem para Monte Carlo. Lá, começa a fazer a ronda dos cassinos e perde tudo que tinha. Subitamente, um estranho pede para tocar seu cabelo para ter sorte. No entanto, é a própria condessa que recupera tudo que tinha perdido. Daí, ela o contrata como cabeleireiro e secretário particular e eles acabam se apaixonando, porém o casamento é impossível, já que ele não pertence à nobreza. Quando o antigo noivo volta a procurá-la e a leva à ópera, Helene Mara descobre que seu amante é, na verdade, o rico Conde Rudolph Falliere. Portanto, já não existem empecilhos para o matrimônio...

TÍTULO ORIGINAL: Monte Carlo
ANO DE PRODUÇÃO: 1930
TIPO DE FILMAGEM: Preto & Branco
ELENCO :Jeanette MacDonald, Jack Buchanan, Claud Allister, Zasu Pitts
DIREÇÃOErnst Lubitsch
ROTEIROHans Müller


TRECHO DO FILME

GALERIA DE FOTOS

Crítica do Filme por Cainã Moura

" Um toque parisiense, imaginação vívida, melodias deliciosas e atuações inteligentes"
-MORDAUNT HALL , THE NY TIMES-

"Monte Carlo" é um musical de 1930, um dos primeiros filmes falados da história, que leva a fama por ser uma das melhores comédias musicais de todos os tempos. 
Com piadas e diálogos bem sacados, Jeanette MacDonald e Jack Buchanan (que também fez o musical "A Roda da Fortuna" de 1953, com Fred Astaire e Cyd Charisse), dão um show de interpretação e de voz, longe de ser um filme muito lírico, a película é embalada pela famosa música "Beyond The Blue Horizon" que é repetida no filme diversas vezes.
O roteiro de Hans Müller é baseado na obra de Booth Tarkington que leva o nome de "Monsieur Beucaire", que também levou o mesmo nome em uma opereta de 1919 de André Messager. Não foi só por ai que a história de Tarkington foi adaptada. Além de "Monte Carlo", a história teve versões na Broadway, um filme com Rudolph Valentino de 1924 e dezesseis anos mais tarde, Bob Hope também tratou de fazer a sua versão. Mas em nenhuma outra podemos ver a beleza, esplendor e alegria que vemos em "Monte Carlo".
O filme tem momentos de comédia e a diversão vai crescendo ainda mais a cada minuto que o filme passa.
A presença cômica e os trejeitos de cada ator, em especial do ator Claude Allister, o Príncipe Otto, faz do filme ainda mais engraçado e mais especial, com um toque a "là Chaplin". 
As filmagens são ótimas, com incríveis cenas externas como a cena na viagem de trem da Condessa com destino a Monte Carlo. Com características das ditas "comédias românticas modernas", é um daqueles filmes que são atemporais e nunca envelhecem por ter o toque de humor no momento certo.
O filme está repleto de cenas e músicas memoráveis que nos fazem lembrar como começou a era dos grandes musicais de ouro de Hollywood. Simplesmente esplêndido e bonito de ser ver, e ouvir cada minuto da obra prima dos musicais. 

> CURIOSIDADES:

> Por ser tão conhecida, a música "Beyond The Blue Horizon", foi diversas vezes regravadas, uma delas pela cantora Lou Christie em 1970.
> Uma das mais de 700 produções da Paramount, filmado entre 1929 e 1949, que foram vendidos a MCA / Universal, em 1958, para distribuição na televisão, e ter sido detida e controlada pela Universal desde então.
>A canção "Beyond the Blue Horizon", cantada no filme, tornou-se a canção-tema para o resto da vida da atriz Jeanette MacDonald.
> Durante a Segunda Guerra, a música "Beyond the Blue Horizon" mudou a sua letra, de "Além do horizonte azul encontra-se o sol nascente" para "... reside o sol que brilha", porque o Sol Nascente era o símbolo do inimigo dos Estados Unidos, o Japão. 

>TUDO SOBRE O DVD (Classic Line DVD)

> O filme tem uma qualidade de imagem e som incrível. Totalmente límpida e excelente...
> O filme não existe opção de Dublagem, somente áudio em Inglês. Mas com uma qualidade esplêndida em 5.1 Dolby, mas também com a opção inferior 2.0 Dolby.
> Arte de capa também linda e totalmente bem feita, com luva e acabamento externo e interno perfeito.
> O Menu e extra são animados e bem feitos, com Extras básicos, como um chamado "Clipe Remix" feito pela distribuidora , além de um cartaz do filme.
> Realmente, a Classic Line DVD está de parabéns com o que diz respeito a qualidade. Nota 10 para a distribuição do DVD.

Por isso esse filme merece:

5 ESTRELAS

SELO GOLDEN FILM



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Istambul (Istanbul)- 1957


Jim Brennan (Flynn) acaba acidentalmente se tornando o portador de uma enorme herança em diamantes, e passa a ser procurado por diversos trapaceiros. Sua noiva Stephanie (Cornnel Borchers), suspeita de estar escondendo as pedras, acaba sendo atacada e queimada até a morte. Cinco anos depois, ainda cheio de dor e arrependimento, Jim retorna a Istambul para recuperar os diamantes que havia escondido, e acaba por encontrar Stephanie viva e casada com outro homem (Torin Tatcher). Mas seu grande amor está sofrendo de amnésia e o rosto de Jim parece ter desaparecido completamente de sua memória...



TÍTULO ORIGINAL: Istanbul
ANO DE PRODUÇÃO: 1957
TIPO DE FILMAGEM: Technicolor®
ELENCO: Errol Flynn, Cornell Borchers, Nat 'King' Cole, John Bentley
DIREÇÃO: Joseph Pevney
ROTEIRO: Barbara Gray


GALERIA DE FOTOS

CRÍTICA DO SITE por CAINÃ MOURA

"Uma aventura estonteante..." - Classic Line DVD

Este é um pequeno grande filme (com somente 85 minutos), que conta com uma mistura de amor, mistério, suspense e aventura. Quem imaginaria que num "singelo" presente de casamento iria vir um verdadeiro "presente de Grego"? O pequeno presente escondia uma quantia de U$$ 200.000.00 em Diamantes, a partir deste dia, a vida Jim Brennam, vivido por Errol Flynn, e de sua esposa Stephanie, vivida por Cornnel Borchers, não foi mais a mesma. Eles começaram a passar por maus bocados, desde tentativa de assassinato, sequestro e morte, até Stephanie ser dada como morta depois de um incêndio em seu apartamento e tempos depois ele descobrir que ela estava viva, mas, sem memória...
Percebeu que nesta trama toda, envolve vários tipos de enredos? Mas, dentre tantos tipos de classificações, o filme recebeu a característica de "Romance". Errol e Cornnel fazem um par perfeito, apesar de passarem pouco tempo juntos e ela ainda ter uma falha na memória e esquecer-se dele, tornando alguns dos seus encontros em cena ainda mais difíceis e sem romantismo. Ainda temos no filme a presença do cantor Nat 'King' Cole que cantou o inesquecível sucesso 'When I Fall In Love'. Ainda assim um pouco cansativo, o filme tem suas particularidades, é visualmente bonito, mostrando externas da cidade e filmagens aéreas na abertura, tem uma trama boa e os atores convencem bem em cena.
O filme passou por um época de aprimoramento nas cores e tecnologia, deixando o filme ainda mais interessante. Ainda assim, percebe-se em uma cena que a paisagem ao fundo da varanda do hotel é um pintura da cidade, mas mostrada muito rápida, ficando até difícil de perceber se não prestar muita atenção.
Mesmo sendo considerado ser similar ao filme "Casablanca", o filme não recebeu muita popularidade aqui no Brasil, nem mesmo em seu país de origem. Por conta disso, é muito difícil achar alguma informação, trailer, ou qualquer coisa relacionada ao filme.
A cena final é realmente incrível e de encher os olhos, para quem pensa que teria um final ruim, uma reviravolta na história acontece em menos de cinco minutos, digno dos bons filmes de Romance...

> CURIOSIDADES

> Refilmagem do clássico Singapore (1947), com Ava Gardner.
> Dois anos depois da filmagem, Errol Flynn morreu por complicações com o alcoolismo.
> Último filme de Peggy Knudsen
> Para Errol Flynn aparecer em cena, ele recebeu U$$ 13.500 por semana.

> TUDO SOBRE O DVD (Classic Line DVD)

> O DVD tem um imagem regular, qualidade semelhante a filme não remasterizado.
> Não exite dublagem, o filme é somente disponível com Legendas.
> Apesar de na capa eles citarem que o DVD é Versão Especial, não há nada que faça merecer essa característica, pois não existe Extras no DVD, nem ao menos um trailer, ou Biografias, que são extras básicos em qualquer DVD que se prese. O disco conta somente com Seleção de Cenas e opção das Legendas.
> Arte de Capa normal, sem muitos atrativos, mas isso não quer dizer que ela seja mal feita...

Por isso esse filme merece:
3 ESTRELAS



FONTES: Cine Review - IMDb

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O Retorno de Valdez (Valdez Is Coming) - 1971

Apesar da demora, uma nova postagem foi feita! E como eu disse, apesar dos atrasos, o Blog não sairá do ar. Mas o importante mesmo é que o blog fez 2 anos de aniversário! Vamos dar os parabéns ao blog, e que muitos anos mais estejam por vir...


Burt Lancaster está na pele de um homem da lei mestiço americano e mexicano, um exército de um homem só, que se envolve numa verdadeira saga de doação e redenção. Este filme recria com maestria a fronteira do Oeste americano - um lugar onde a vida às vezes não vale nada... Mas a honra nunca tem preço. Quando se trata de manter a paz, o xerife Bob Valdez sempre foi a voz da razão num mar de caos. Mas Frank Tanner é outro tipo de homem: invejoso, impulsivo e bruto até a alma. Então quando Tanner provoca um tiroteio que resulta na morte de um inocente, Valdez se despe de seu uniforme oficial, agarra as suas armas e vai à procura de justiça e vingança a qualquer custo.

TÍTULO ORIGINAL: Valdez is Coming
ANO DE PRODUÇÃO: 1971
TIPO DE FILMAGEM: DeLuxe®
ELENCO: Burt Lancaster, Susan Clark, John Cypher, Barton Heyman
DIREÇÃO: Edwin Sherin
ROTEIRO: Roland Kibbee

TRAILER DO FILME em 360p

GALERIA DE FOTOS

CRÍTICA DO SITE por CAINÃ MOURA

Nesse violento Western de 1971, cheio de sangue, assassinatos, tiros, brigas, tortura e no melhor estilo "Spaghetti Western", Burt Lancaster,Susan Clark e todo o elenco dispensam qualquer comentário. Mas não só de elenco se faz um filme, as belas locações reais nos terrenos montanhosos da fronteira do México e a utilização de índios e camponeses Mexicanos dá mais enfase ao filme. 
A atuação de Lancaster como o xerife Valdez é incrível, que tenta nos passar uma personalidade "boazinha" e de certa forma "ingênua", esconde uma lado vingativo e impiedoso de uma pessoa que é submetida a torturas e é humilhado. 
Mesmo com uma certa idade, aqui com seus 58 anos, Lancaster não perdeu sua maneira de atuar bem como nos filmes "A um passo da Eternidade" (1953) e "O Julgamento de Nuremberg (1961). A bela e infeliz Gay Erin, vivida por Susan Clark de "Aeroporto 1975" e "Meu nome é Coogan" (1968), que apesar do nome, não é nada feliz, não esboça um sorriso sequer em todo o filme. 
A famosa cena em que Valdez é crucificado é a mais importante e talvez a mais conhecida cena do gênero Western. Apesar de não parecer muito atrativo, o filme é uma ótima opção para quem quer passar o tempo, apesar da história ser o típico enredo dos filmes de faroeste, a sede de vingaça e a mocinha do vilão raptada pelo herói.
Apesar do final deixar muito a desejar, "O Retorno de Valdez" ou como título alternativo, "Quando os Bravos se encontram" tem uma história simples, mas que por trás dela há um bom filme que proporciona um bom entretenimento.

> CURIOSIDADES:

> O filme é baseado num romance de Elmore Leonard, que leva o mesmo nome do filme.
> Embora este filme não seja um " Spaghetti Western ", foi filmado no sul da Espanha em locais usados ​​por cineasta italianos como Sergio Leone. 
> O filme recebeu na época críticas negativas, sendo caracterizado como um filme "lento e irregular". Porém a presença de Lancaster na tela foi muito elogiada.

> TUDO SOBRE O DVD (NePal Films/Look Films)

> O DVD lançado pela desconhecida NePal Films tem uma imagem excelente, diferente de muitos exemplares que eles colocaram no mercado.
> O som tem a opção de Dublagem em Português e também a original em Inglês.
> A legenda tem um grande erro, nos últimos minutos do filme, a legenda desaparece, perdendo vários diálogos do filme. Ou seja, novamente eles fizeram um filme que ou você assiste Dublado, ou não assiste, assim como O Diabo feito Mulher (1952).
> O menu é totalmente básico, sem nem ao menos a opção de escolha de cena.
> A arte da capa é paupérrima, e sem atrativo nenhum. Totalmente amador...

Por isso esse filme merece:

4 ESTRELAS




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