sábado, 26 de setembro de 2009

O Planeta Pré-Histórico - 1965


 Rathbone é o cientista Prof. Hartman, que lidera uma expedição com destino ao planeta Vênus (e que não sai do centro de comando, de onde dá suas ordens e orientações), e Domergue é a cientista e astronauta Marsha Evans, que também não sai de seu foguete, nunca se expondo ao perigo.
Ambientado em 2020, após a exploração da lua, a Terra inicia uma conquista maior do espaço com uma expedição que é formada por dois grupos de astronautas viajando em naves diferentes. De um lado (Sirius), temos os astronautas Brendan Lockhart (Vladimir Yemelyanov), Andre Ferneau (Gennadi Vernov) e Hans Walters (Georgi Zhzhyonov), e em outra nave (Vega), temos Allen Sherman (Yuri Sarantsev) e Kern (Georgi Tejkh), acompanhados por um robô chamado John (John Bix), desajeitado e pesado. Esses últimos descem à superfície do planeta Vênus para uma missão de exploração e perdem o contato com o centro de comando. Para tentar resgatá-los, a nave Sirius vai ao seu encontro, e seus tripulantes enfrentam uma série de situações tensas num ambiente desconhecido e hostil com ataques de animais pré-históricos e revolta da natureza com uma erupção vulcânica.


Crítica do Site
Por Cainã Moura

O Filme é um Sci-Fi de não muita qualidade, como os Sci-Fi's de antigamente, exigia muitos efeitos especiais, e isso só que conseguia era a FOX FILMS em diante... Mas o blog "Infernotícias" pegou pesado com a crítica: "Uma Tosqueira em Cores..." eu acho que não chega a tanto! Se ele estiver falando de hoje em dia, sim, todos acharam uma "tosqueira", mas se ele estiver falando no tempo de 1965, não, o filme não era uma "tosqueira", pois para eles o filme era coisa de primeiro mundo e se hoje em dia você passar esse filme pra alguem que não tenha mente aberta e não goste de filmes clássicos ele vai dizer: "Ah... Isso até meu irmãozinho fazia com os fantoches dele...", mas não, não é uma "Tosqueira em Cores"!!!
Por isso dou:



3 Estrelas

O Castelo Maldito - 1994

O filme, baseado em história do escritor H.P. Lovecraft, traz os queridinhos do diretor, Jeffrey Combs e Barbara Crampton. O ator Jeffrey Combs é John Reilly, o herdeiro de um castelo na Itália. Quando recebe a notícia da herança, ele viaja com a esposa Susan e a filha Rebecca, uma garota cega, em busca de um futuro melhor. Mas ele não imaginava os problemas que encontraria.
Quando Rebecca começa a notar algo estranho no castelo, ninguém acredita. Mas logo corpos mutilados começam a aparecer pelos corredores do castelo e a família entra em pânico. Descobre-se que Giorgio D'Orsino, filho da ex-dona do castelo, dado como morto, está bem vivo e se transformou numa terrível criatura. Quando criança, ele foi acorrentado no porão do castelo pela própria mãe e passou a vida sendo torturado por ela. Agora ele está disposto a se vingar e John Reilly terá que lutar para salvar a vida da esposa e da filha.
Crítica do Site
Por Cainã Moura

O Castelo Maldito é um filme que tem história pra contar, é um filme muito bem feito para sua época e as maquiágens nos atores, principalmente o de "Giorgio" é o mais horripilante. Eu acho que esse filme é parada obrigatória para os fãns do gênero, assim como "O Massácre da Serra-Elétrica"...
Por isso eu dou:
4 Estrelas

Zombie: A Volta dos Mortos Vivos - 1979


"Nós vamos devorar você vivo!"

Anne Bowles e um reporter partem em direção a uma ilha tropical à procura do pai, desaparecido misteriosamente. Quando chegam no local se deparam com mortos-vivos sedentos de carne humana.


Crítica do Site
Por Cainã Moura:

Mais um filme de zumbi italiano, uma continuação da saga de zumbis de George Romero, o filme tem sues efeitos especias, as vezes fracos e as vezes "fortes" até demais, mas a cena que tentaram parecer uma cena terrorífica , onde o zumbi agarra a cabeça da mulher e enfia em uma lasca de madeira, dava pra perceber claramente que era um boneco de borracha... Eles não precisavam gravar uma cena tão difícil para a época, que acabou ficando tosca...
Por isso dou:

3 Estrelas
 

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A Condessa Drácula - 1970

Hoje vamos falar da Condessa mais sanguinária da história... "A Condessa Drácula"!



Neste clássico de terror da produtora inglesa Hammer, vampirismo e lesbianismo dão as cartas graças as presenças das voluptuosas Ingrid Pitt e Lesley-Anne Down. Pitt vive a condessa que descobre o poder rejuvenescedor do sangue e tenta conquistar o amor do jovem soldado Imre, que passa uma temporada em seu castelo. Mas para manter sua aparência ela terá que se banhar constantemente com sangue de homens e mulheres. O filme traz óbvia referência a uma personagem histórica famosa. A Condessa Bathory, a louca que no século XVII se banhava no sangue de suas vítimas. 


Crítica do Site
Por Cainã Moura

A Condessa Drácula foi uma mulher que a muito tempo foi condenada a morte pelo assasinato de mais de 600 mulheres virgens. Ela se banhava do sangue delas e "rejuvenscia"... O Clássico da Hammer aborda inteiramente o tema da história real da Condessa Elisabeth, mas os efeitos do filme e a direção fracaçaram um pouco, em uma certa parte, onde ela descobre que ela rejuvenescia com o sangue, a criada estava cortando um pêssego e a condessa bate na mão dela cortando a sua testa, eu quando assisti pela primeira vez, não sabia se o caldo que tinha expirrado na cara da condessa era sangue ou o caldo do pêssego, pois o ssangue era tão abóbora que parecia um caldo da fruta, mas tirando isso o filme é ótimo, a maquiagem no rosto da Ingrid Pitt para ela ficar velha ficou muito bem feita!
Por isso eu dou:
4 Estrelas

A Epidemia de Zumbis - 1966

Vamos falar hoje do filme "A Epidemia de Zumbis"


Uma estranha epidemia de proporções gigantescas toma conta do território inglês. Milhares de mortos estão levantando de suas tumbas e aterrorizando o mundo dos vivos. Dr. Peter Thompson (Brook Williams), com a ajuda de seu mestre, Sir James Forbes (André Morell), está tentando controlar a terrível praga. Suas investigações os levarão a uma horrível descoberta. Um dos mais horripilantes filmes produzidos pela Hammer em sua versão original sem cortes.


Crítica do Site
Por Cainã Moura:

Como diz a descrição acima, um dos mais horripilantes filmes produzidos pela Hammer, mas, que quiser assistir esse filme, achando que vai ter "Cabeças voando, sague escorrendo dos corpos e zumbis comendo tripas e cérebro" vai se arrepender, poiss a Hammer não é de fazer filmes assim, ela criou um lado meio "Terrorifico" e não "Porco" como esses e outros filmes que passam por ai, por isso eu digo que esse é o melhor filme de Zumbi que pode se existir na face da terra!

Por isso eu dou:
4 Estrelas



quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Black Sabbath - As Três Máscaras do Terror - 1963

Vamos falar hoje do filme "As Três Máscaras do Terror" do mestre Mario Bava:
Black Sabbath: As Três Máscaras do Terror” é uma coleção de três contos que se tornaram clássicos do cinema de horror. O primeiro, "O Telefone" (The Telephone), conta a história de uma bela mulher que é ameaçada de morte pelo telefone. No episódio seguinte, "O Wordulak" (The Wordulak), uma família aguarda o retorno do patriarca, que enfim volta ao lar, porém contaminado por um vampiro. No último episódio, chamado "A Gota d'água" (The Drop of Water), o fantasma de uma condessa retorna do além para cobrar um anel roubado durante o preparativo para seu funeral.
O cinema italiano revisitou o gênero horror, ao construir, na década de 50/60, as diretrizes de um novo universo, repleto de sofisticação visual, forjado em cores berrantes e ambientado em uma atmosfera barroca regada pelo sobrenatural e pelas forças ocultas.
Mario Bava foi o primeiro grande expoente deste movimento. Mais do que isso, Bava foi o responsável pela concepção de uma variante do gênero que se chamaria Giallo. Para quem não sabe, "Amarelo" (Giallo, em italiano), é uma espécie de thriller que derivou dos livretos de suspense e mistério (em especial os escritos por Edgar Wallace), cujas capas eram amarelas (assim como o cinema Noir, preto em francês, vem dos livros policiais cujas capas eram negras). Nos Giallo de Bava e Dario Argento alguns elementos se tornariam marca registrada, como o assassino em série mascarado, sempre impiedoso, qual vemos apenas seus passos e suas mãos armada com instrumentos cortantes.

Crítica do Filme:

Bom, o que eu tenho a dizer deste filme? Um Clássico de Mario Bava, uma produção italiana, que por sua vez, despontou tanto em filmes de terror como de faroeste, Mario Bava começou com os filmes dito "Giallo", são os filmes "Amarelos" e este não poderia ser um filme "Amarelo" mas sim "Vermelho", pois com altas doses de terror, suspense e tudo o que um clássico italiano deve ter... Mario Bava ousou em colocar cena de uma mulher sensual de toalha, coisa que para época seria uma censura de 18 anos. Então vou resumir este filme em 5 palavras: Clássico -- Suspense -- Terror -- Diversão -- Efeitos
Com essas 5 palavras eu só poderia dar:

5 Estrelas

O Farol do Fim do Mundo - 1971

Vamos começar o site bem, vamos falar do fim " O Farol do Fim do Mundo":
Piratas aportam numa ilha rochosa e assumem o controle do farol que existe no local, colocando em execução um plano maligno de provocar naufrágios e plihar acidentados. Will Denton (Kirk Douglas), o responsável pelo farol, sobrevive ao ataque dos piratas e organiza um plano para vencer os malfeitores. Os piratas são liderados pelo sinistro Jonathan Kongre, que não poupa sequer a donzela Arabella (Samantha Eggar), sobrevivente de um naufrágio. Uma aventura eletrizante... Kirk Douglas produz e estreka esta grandiosa adaptação do livro do escritor francês Jules Verne. O ator já havia participado de outra produção baseada na obra do escritor, o clássico "Vinte Mil Léguas Submarinas" (1954). "O Farol do Fim do Mundo" é apresetando aqui com seu formato de tela original, em widescreen na proporção 2.35:1, preservando toda a grandiosidade da produção, repeleta de cenas paradisíacas a ao mesmo tempo alienante, que prporcionam a dimensão exata dos perigos enfrentados na ilha.

Crítica do Site:
Por Cainã Moura

O Filme, ninguém pode negar, é um clássico de Jules Verne, o mesmo de Vinte Mil Léguas Submarinas, mas o filme e a adaptação foram perfeitas, mas se esse filme fosse produzido nos dias de hoje com o mesmo enredo do daquela época, a crítica iria atacar com paus e pedras, pois a mente das pessoas de hoje estão mudadas e não recebem mais enredos que sejam meio cansativo e sem nexo, mas acima de tudo o filme é ótimo! Mas existem erros que poderia ser reeditados, como por exemplo, o boneco que foi jogado de cima das pedras, que era tão mal feito, que as pernas dobravam dando pra perceber visivelvente que o boneco era de pano!
Dou para esse filme:
3 Estrelas
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