terça-feira, 17 de novembro de 2009

"Frankenstein criou a Mulher" 1967

Peter Cushing (1913-94) encarna pela quarta vez o cientista nesse curioso filme que substitui o habitual erotismo da produtora por um enredo até romântico, com uma detalhada recriação dos aspectos técnicos das experiências do barão, e que inclui uma certa relação com Pigmalião (a garota cujo corpo Frankenstein usa é complexada devido a sua deformação física e ele, auxiliado por outro cientista, a transforma numa beldade).

Crítica do Site
Por Cainã Moura

"Frankenstein criou a Mulher" é um típico filme do Dr. Frank. que vive fazendo suas esperiencias e que morre e não morre, a verdade é que a própia Hammer não sabe se ele morre ou não... O filme é um verdadeiro clássico da Hammer, que no título fez um "ironia" com  "E Deus criou a Mulher" de Brigitte Bardot, de Roger Vadim, que dirigiu Barbarella, um filme de Tudor Gates, que também escreveu "Os Amantes Vampiros" com Ingrid Pitt. A cena da mulher conversando com uma cabeça decepada é super orginal, mas uma coisa que deixou um "vazio" na história, foi o final... (contém Spoilers), a mulher que Frankstein cria, pula em uma "pequena" cascata, e o filme acaba, como se ela pulando morreria... não sei se a Hammer deixou daquele jeito pensando em uma continuação ou porque como se o Dr. Frank olhasse para ela pulando pensasse: " Pelo menos ela vai sair da vila e vai morar em outro lugar, ninguem descobrirá que ela é um monstro, meu trabalho está cumprido...".
Por isso dou:
3 Estrelas

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