segunda-feira, 28 de maio de 2012

O 007 de Ian Fleming

Ian Fleming... O que falar de um homem tão conhecido? Se você não o conhece, talvez tenha ouvido falar em 007. E quem foi que nunca ouviu falar no agente secreto britânico "double o seven" James Bond? Pois bem, ele foi quem criou o personagem e suas eletrizantes aventuras de "Cassino Royale" a "The Living Daylights". E, hoje, dia 28 de maio, nascia o grande mestre da literatura e dos livros de espionagem.
Ian Fleming nasceu na cidade de Cantebury no dia 28 de Maio de 1908 e se hoje ianda estivesse vivo, estaria completando 104 anos de idade! Fleming além de escritor também foi jornalista em Moscou. Mas antes disso tudo, vamos começar do começo...
Ian cursou a Academia Militar Real de Sandhurst no Eton College mas abandonou o curso para estudar idiomas nos Alpes. Acabou não servindo para nada, e ele acabou sem ter perspectiva nenhuma de vida. Até que arranjou um emprego de jornalista e tempos depois como corretor.
Os livros de 007 foram baseados em sua vida de guerra servindo na Segunda Guerra Mundial, designado ao serviço de inteligência da Marinha Britânica. A vivência no ambiente de trabalho fez com que criasse a personagem James Bond, agente secreto charmoso e sedutor, que vivia aventuras perigosas. Diz-se que o personagem "M" foi baseado no Almirante John H Godfrey e seu primeiro livro, "Cassino Royale" escrito em 1953 é baseado em sua experiência má sucedida com jogos de azar em Portugal durante a Guerra Fria. Foi neste tal Cassino que ele conheceu Dusko Popov que poderia ter servido de modelo para a criação do James Bond e o nome do personagem foi retirado de um ornitólogo autor de um livro sobre pássaros do Caribe no qual ele gostava muito e consequentemente era o livro de cabeceira de sua esposa. O mesmo livro apareceu no filme 007 Die Another Day. Na Jamaica ele escrever a maioria de seus livros e se casou com Lady Ann Rothermere que era filha do dodo no jornal britânico Daily Mail.
Fleming escreveu artigos para jornais e revistas com o nome de "Atticus".Publicou também o livro infantil "Chitty Chitty Bang Bang", que ganhou uma adaptação para o cinema como musical em 1968. O livro foi escrito para seu filho Caspar, que acabou cometendo suicídio quando tinha 23 anos.

BIBLIOGRAFIA (007 James Bond)

1. Casino Royale (1953)                                2. Live and Let Die (1954)    

3. Moonraker (1955)                                     4. Diamonds Are Forever (1956)    

5. From Russia With Love (1957)                 6. Doctor No (1958)    

7. Goldfinger (1959)                         


8. For Your Eyes Only (contos) - From A View To A Kill; For Your Eyes Only; Quantum of Solace; Risico; The Hildebrand Rarity (1960)          

9. Thunderball (1961)                                      10. The Spy Who Loved Me (1962)    

11. On Her Majesty's Secret Service (1963)    12. You Only Live Twice (1964)    

13. The Man With The Golden Gun (1965)    

14. Octopussy & The Living Daylights (contos) - Octopussy; The Living Daylights; The Property Of A Lady (1966)
 

BIBLIOGRAFIA (SEM JAMES BOND)
           
Chitty Chitty Bang Bang (1964)
Thrilling Cities (1963)     
The Diamond Smugglers (1957) 



OS LIVROS QUE VIRARAM FILMES

I
an Flemming sempre fez sucesso com o cinema, sendo com James Bond ou não. Aqui veremos alguns dos seus livros que foram para o telão do cinema.

 
CASINO ROYALE
Curiosamente, a história foi rodada três vezes. Sendo uma de 1954, outra de 1967 e a mais recente de 2006. Então, vamos por partes.
 

Casino Royale (1954)
O filme foi feito originalmente para iniciar uma série da tevê baseada no personagem, por isso a duração de menos de uma hora, mas não deu muito certo. A produção é bastante fiel ao livro, com as diferenças de que 007 é agente da CIA e Felix Leiter (rebatizado como Clarence), é um agente do MI6.
A Bond Girl,Linda Christian, que interpreta Valerie Mathis (Vesper Lynd no livro) foi noiva do ator Tyrone Power. No papel do bandido Le Chiffre, está ator Peter Lorre. O papel de James Bond (apresentado como Jimmy Bond) ficou com Barry Nelson (o único ator estadunidense a ter assumido o papel).
Diferente da produção de 1967, ela foi autorizada por Ian Fleming.

 
Casino Royale (1967)
-PETER SELLERS E URSULA ANDRESS-
Em forma de "comédia de espionagem" é talvez a mais conhecida das três versões, porém não sendo da série oficial dos filmes de 007, pois foi rodado por outra equipe, estúdios, etc, fora dos padrões e contratos. Foi produzida com grandes nomes do cinema, como Peter Sellers, Ursula Andress (que também já foi Bond Girl em outro filme da franquia), David Niven, Orson Welles, Woody Allen, Deborah Kerr, William Holden, Charles Boyer. John Huston, Terence Cooper, Jean-Paul Belmondo e muito mais.


Casino Royale (2008)
-DANIEL CRAIG-
A mais recente versão da história, com Daniel Craig (primeira vez no papel do agente), Eva Green ("A Bússola de Ouro") e Mads Mikkelsen ("Fúria de Titãs"). O filme foi feito para marcar o recomeço da franquia, estabelecendo novos conceitos para não preceder ou suceder qualquer um dos filmes anteriores de Bond. O "novo Bond" o retrata mais vulnerável e menos experiente, o que não agradou os fãs. Pela priemeira vez na frnaquia, Moneupenny não aparece. Por isso, se você queria ver o "bom e velho Bond" em ação como sempre, para por "007 - Um Novo Dia Para Morrer"...

GOLDFINGER (1964)
-SEAN CONNERY-
O terceiro filme da série com Sean Connery é para muitos, o filme que reúne ação, luxo, poder e um dos maiores inimigos da série. Goldfinger como quase todos os filmes do Bond, foi um grande sucesso cinematográfico. Foi o primeiro filme em que um cantor canta durante a sequência inicial. Neste caso, Shirley Bassey cantou o tema "Goldfinger" composto por John Barry. Shirley Bassey também cantou o tema "Moonraker" e "Diamonds are Forever". Uma errata nos créditos finais de Goldfinger foi que no final, o filme diz que estava marcado que o próximo filme deveria ser "On Her Majesty's Secret Service", porém o sucessor fora "Thunderball".

"THE MAN WITH THE GOLDEN GUN: 007 CONTRA O HOMEM COM A PISTOLA DE OURO" (1974)
- CHRISTOPHER LEE E ROGER MOORE-
O segundo filme de Roger Moore na série é um dos melhores e mais eletrizante filmes das franquia. Alguns nomes de peso entraram no filme, como a canção tema de Lulu que estrelou o filme "Ao Mestre com Carinho" e cantou a mesma canção no filme de 1967 (regravada na voz brasileira por Eliana). Lulu também estreou seu próprio programa de TV chamado "Lulu's back in Town" de 1968, ou seja, ela estava nas paradas de sucesso da época. O filme também teve a maior estrela da Hammer, que foi Christopher Lee (mais conhecido pelos papeis de Drácula pelo estúdio inglês) no papel de Scaramanga, que seria dado a Jack Palance. Foi escolhido para o papel de seu ajudante anão Nick Nack, o ator Hervé Villechaise de "A Ilha da Fantasia". Britt Ekland, de "O Homem de Palha" também estrelou no filme e primeiramente seria a amante do vilão Francisco Scaramanga. Porém, o diretor Guy Hamilton decidiu convidá-la para interpretar Mary Goodnight, principal papel feminino do filme, após vê-la de biquini.O filme foi o último do produtor Harry Saltzman que com seus investimentos em ruptura arranjou um grave crise financeira com o Banco Suiço e viu-se forçado a vender a sua parte da franquia para a United Artists. Os problemas levaram a produção do filme seguinte, The Spy Who Loved Me, a ser adiada até 1976. A famosa Pistola de Ouro utilizada no filme acabou sendo roubada do estúdio cinematográfico Elstree, na Inglaterra. Os funcionários deram falta do objeto na sexta-feira, 10. A peça é avaliada em R$ 182 mil e a polícia acredita que a arma será vendida no mercado negro, aumentando as chances de recuperá-la.
 

"THE SPY WHO LEVED ME: O ESPIÃO QUE ME AMAVA" (1977)
-ROGER MOORE E BARBARA BACH-
Já sendo o terceiro filme de Roger Moore na pele de 007, foi talvez um dos mais curiosos filmes da série, porque apesar do filme ser oficialmente baseado em um livro de Ian Fleming, na verdade o autor apenas autorizou que fosse utilizado o mesmo título do seu livro. Deste modo, este é o primeiro filme de James Bond totalmente original. Teve também a participação de Caroline Munro e Valerie Leon, as musas da Hammer Films. Além de ter também a participação do diretor Stanley Kubrick, ajudando na iluminação das cenas do super tanque. Outra coisa no mínimo curiosa, foi (novemnte) o erro de no final do filme aparece a frase: "James Bond irá retornar em For Your Eyes Only", mas, devido ao enorme sucesso de "Guerra nas Estrelas (1977)" e "Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977)", ambos lançados no mesmo ano, os produtores desitiram e resolveram filmar "007 Contra o Foguete da Morte (1979)", que tinha como história uma aventura espacial, ao invés de "007 - Somente Para Seus Olhos", que foi o filme produzido logo depois.


MOONRAKER: 007 CONTRA O FOGUETE DA MORTE (1979)
-LOIS CHILES E ROGER MOORE
Famoso por cada filme, 007 estar em um lugar e país diferente, adivinha onde James Bond veio parar? Isso mesmo, na terra do samba! O Brasil! Claro que o filme não poderia deixar de passar os principais pontos turísticos mais conhecidos no exterior, como o Pão de Açucar e o Cristo Redentor, além de cenas carnavalescas. As cenas no topo do Pão de Açucar são eletrizantes. E como todo filme de 007 conta com um toque de humor, a sequências de cenas com "Jaws" e onde ele acha a sua amada, é uma das mais engraçadas e imprevistas da série. Interessante é que a bondgirl Lois Chiles quase chegou a interpretar em 007 - O Espião Que Me Amava (1977), tendo desistido do papel pouco antes do iní­cio das filmagens. A atriz então foi contratada para atuar em 007 Contra Foguete da Morte.

-ROGER MOORE E MAUD ADAMS-
"OCTOPUSSY: 007 CONTRA OCTOPUSSY" (1983)
Roger Moore novamente no papel de James Bond pela sexta vez, estrela juntamente com a atriz Maud Adams. Antes dela ser escolhida, estava cotado para o papel de Octopussy, as atrizes Faye Dunaway e Sybil Danning. Maud é conhecida como a única atriz a interpretar duas bond girls diferentes em filmes oficiais da série cinematográfica de James Bond, Andrea Anders em 007 contra o Homem da Pistola de Ouro (1974) e Octopussy, o papel-título de 007 contra Octopussy (1983). Até uma boneca "Barbie" foi criada baseada em Maud na personagem do filme. Ela também participou da ficção-científica Rollerball (1975) com James Caan, e atuou em séries de sucesso como Kojak, Hawai 5-0. No livro original de Flaming, a história Octopussy é somente um conto do livro Octopussy and The Living Daylights. No livro também estão os contos The Living Daylights (que também virou um filme), The Property of a Lady e 007 in New York. Boa parte da história de "The Property of a Lady" foi usada na adaptação de Octopussy.
Diz-se a lenda (e o IMDB) que a musa da Hammer, Ingrid Pitt também participou do filme, sendo não creditada no personagem "Galley Mistress", somente a voz. Verdade ou não, nunca reparei nem ouvi a voz de Ingrid Pitt pelo filme, o que eu acho uma tamanha desmoralização colocarem Ingrid Pitt somente como "voz", podendo muito bem ser uma "bond girl". Bonita ela é para isso...
Octopussy rendeu 187 milhões de dólares no mundo e 67 milhões nos EUA, sendo melhor que Never Say Never Again, outro filme de 007 do mesmo ano. Porém, as cenas de Bond vestido de palhaço, de gorila e gritando como Tarzan, foram bastante criticadas.





> NOTÍCIAS

CRIADOR DE 007  VIRA HERÓI EM FILME DE AÇÃO DO DIRETOR DUNCAN JONES


- DUNCAN JONES-
 O diretor de Lunar e Contra o Tempo, vai fazer para a produtora K5 International um filme de ação inusitado, com o criador de 007, o escritor Ian Fleming, como protagonista.
Segundo o Hollywood Reporter, a ideia de Jones é usar como base a biografia oficial Ian Fleming, The Man Behind James Bond, com aval do espólio que cuida da obra de Fleming. Antes de se tornar um escritor de sucesso, o britânico serviu à Marinha britânica antes e durante a Segunda Guerra Mundial como oficial de inteligência - experiência que acabou ajudando Fleming a criar as aventuras de James Bond.
"Fleming viveu em um dos períodos mais perigosos da história, em uma posição que lhe dava vantagem sobre todos os protagonistas [da Segunda Guerra]. Eles testemunha o heroísmo em primeira mão e também o terror que o homem é capaz de cometer. Ao fim da guerra, ele decide escrever ficção. A questão pra mim é: em que ponto Fleming termina e Bond começa?", comenta Jones.
O filme, ainda sem título, está sendo oferecido a potenciais distribuidores no mercado do "Cannes".


IAN FLEMING QUERIA ALFRED HITCHCOCK NA DIREÇÃO DO PRIMEIRO FILME DE JAMES BOND
Veio à tona recentemente, um telegrama secreto que revela o desejo do escritor, morto em 1964, em ver o conterrâneo Alfred Hitchcock (“Janela Indiscreta”) no comando do primeiro filme.
Segundo o jornal inglês Daily Mail, o comunicado foi enviado por Fleming em setembro de 1959, para o amigo e também escritor de histórias de espionagem Eric Ambler. A mensagem questionava se Hitchcock poderia se interessar em assumir a direção do primeiro filme. À época, Fleming e os produtores cogitavam iniciar a franquia cinematográfica com a adaptação do livro “Thunderball”, que só chegaria à tela grande em 1965, como “007 contra a Chantagem Atômica”. O criador de James Bond relatava a Ambler que financiamento não seria problema e Hitchcock poderia se interessar pelo projeto se o amigo cuidasse do script.
Como se sabe, o mestre do suspense nunca adaptou um livro de James Bond ao cinema. Diante da recusa do autor de obras como “Psicose” e “Intriga Internacional”, Ian Fleming ofereceu o roteiro – que também acabou não contando com a participação de Ambler – para Terence Young. O diretor foi tão bem sucedido na missão de transpor as características de Bond para as telas que repetiu a dose em “Moscou Contra 007” (1963) e “007 Contra A Chantagem Atômica” (1965). E a chance de ver um 007 hitchcockiano tornou-se apenas exercício de imaginação.

Pessoal, e aqui acabamos nossa homenagem ao grande escritor Ian Fleming, aniversariando hoje, que se não tivesse falecido (em 1964, pouco antes da estréia daquele que seria um dos mais cultuados filmes entre todos da série do espião criado por ele, 007 Contra Goldfinger.), estaria completando hoje 104 anos de idade. Então, estamos desejando um feliz aniversário ao nosso eterno criador do maior agente secreto de todos os tempos, James Bond!


Cainã de Andrade Moura

ACESSE O SITE OFICIAL DE IAN FLEMING 

terça-feira, 22 de maio de 2012

As Bruxas de Salém (The Crucible) - 1996


Em Salem, Massachusetts, 1692, algumas jovens fazem "feitiços". Uma delas, Abigail Williams (Winona Ryder), tinha se envolvido com John Proctor (Daniel Day-Lewis), um fazendeiro casado, quando trabalhou para ele, mas após o fim do caso foi despedida. Assim, desejava a morte de Elizabeth Proctor (Joan Allen), a esposa deste. Elas são descobertas no seu "ritual" e, acusadas de bruxaria, provocam uma histeria coletiva que atinge várias pessoas, sendo que Abby, a jovem desprezada por John, faz várias acusações até ver Elizabeth ser atingida.

TÍTULO ORIGINALThe Crucible
ANO DE PRODUÇÃO: 1996
TIPO DE FILMAGEM: Technicolor ®
ELENCO : Paul Scofield, Winona Ryder, Daniel Day-Lewis, Joan Allen
DIREÇÃO: Nicholas Hytner
ROTEIRO: Arthur Miller

GALERIA DE FOTOS

TRALER DO FILME

Crítica do Filme por Cainã Moura 

"Um filme de impacto emocional e intelectual surpreendente."
- JAMES BERNARDINELLI-

“As Bruxas de Salém”, no original ”The Crucible”, em um título menos assustador, relata a vida de um pequeno vilarejo em Massachusetts abalado pelas nefastas visões de um grupo de meninas que dizem ver o demônio e saber quem são os seus servos, moradores de Salém. Condenados por razões pífias pelo grupo de jovens “inventoras”, muitos acusados sofriam injustamente nas mãos dos próprios moradores e até mortos, acusados de bruxaria.
O grupo de jovens era liderado por Abigail Williams (vivida por Winona Ryder de “Cisne Negro”), que acaba se metendo na confusão por praticarem magia e rituais para evocarem o amor dos homens com quem desejam se casar.  Após serem flagradas pelo Reverendo Parris (Bruce David da série “Lost”), para escaparem da punição, acabam afirmando que Tituba, escrava que as inicia nos rituais, foi quem praticou magia negra todo o tempo.
A partir daí a confusão começa e todas acabam dizendo que conseguem ver imagens dos moradores do vilarejo compactuando com o diabo. O grupo então acaba sendo rotulado como “as enviadas de Deus para o extermínio do mal em Salém”. Uma das condenadas por bruxaria foi Elisabeth Proctor (Joan Allen da saga “Bourne”), esposa de John Proctor (Daniel Lewis, do clássico “Meu pé Esquerdo”), com quem Abigail teve um “affair” enquanto trabalhava em sua casa. John ao ver a situação que aquilo estava tomando, decide se rebelar, tentando provar a farsa do grupo de qualquer maneira. Então, vários altos e baixos vão acontecendo no filme e muitos depoimentos poderão servir para acabar de uma vez por todas com o grupo, ou não...
O filme é visualmente bonito, claro e paisagista, em contraste com a história negra e angustiante. Somos apresentados como uma histeria coletiva pode ser prejudicial, ainda mais quando se trata de motivos religiosos, assunto muito crítico e bastante frágil numa época em que a ignorância tomava conta da humanidade.
Com filmagens e ângulos diferentes, com uma ótima produção e belas atuações, o filme tem uma perfeita mistura de gêneros, onde o filme não pode ser chamado de “terror”, apesar de o errado título brasileiro levar a essa conclusão, “As Bruxas de Salém” é um dos filmes mais angustiantes e revoltantes já feitos, recomendadíssimo e merece ser assistido, mas, aviso, cuidado para não se decepcionar com o final! Procurem assistir com um olhar mais crítico do que o de costume. Bom divertimento!
  
CURIOSIDADES:

> Esta é a 2ª vez que os atores Daniel Day-Lewis e Winona Ryder contracenam juntos em um filme. A anterior fora A Época da Inocência (1993);
> Filmado previamente como As Feiticeiras de Salem (1957) e posteriormente como As Bruxas de Salem (2003). 

Por isso esse filme merece:
 4 ESTRELAS




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